O infoproduto é um produto digital que informa ou que
explica ou que agrega valor ao consumidor. Como um livro, o ebook tem a missão
de fazer o mesmo, só que no formato digital, por exemplo. Hoje, os infoprodutos
são vistos como verdadeiras fontes de
renda
para muitos empreendedores.

E, por isso, vamos falar desse assunto. Aqui você vai
conhecer os principais tipos de infoprodutos que são usados no Brasil e vai ver
também o que é preciso fazer para criar um produto digital como esses que estão
sendo apresentados.

Afinal, será que isso é muito complicado? Qualquer um pode fazer? O que é preciso? Como criar um produto que realmente vai agregar valor para a sua marca e dinheiro para a sua contabilidade?

Os 5 principais tipos
de infoprodutos

Antes de trazer essa lista, que é muito simples e curta,
você precisa ter em mente que o produto deve ser uma maneira interessante que
as pessoas têm para aprender ou para adquirir conhecimento.

Quanto mais útil o uso do produto for para ela, mais
certeiro você foi na sua criação. Por isso, é sempre bom pensar em temas
importantes, como aqueles que vão facilitar a vida das pessoas. Depois, é
preciso apresentar isso de uma forma ou de outra.

E aqui é que entram os tipos
de produtos digitais
.

1 - Os livros
digitais

Também chamados de ebooks são os principais tipos de
infoprodutos que temos disponíveis hoje em dia no mercado mundial.

Eles oferecem conteúdos aprofundados ou, no mínimo,
interessantes para determinados públicos. É totalmente focado em personas.
Assim, o livro de dietas é para quem quer emagrecer, por exemplo.

O que ele tem de diferente e essencial? Dicas, receitas,
informações práticas para o dia a dia e até mesmo explicações que vão, de algum
modo, agregar valor na vida das pessoas, do leitor.

Se existe uma desvantagem é o fato de que dá trabalho
produzir um ebook. Por mais que pareça que não, considere que tem todo processo
criativo e de formatação.

Só que se você se planejar para isso, vai conseguir criar o
seu ebook e isso não será problema.

Agora, para quem não tem tempo, coragem ou determinação para
criar um ebook, saiba que está em crescente a venda de outro infoproduto que
segue o mesmo ideal do ebook: o whitepaper.

A ideia é ter um grande e longo conteúdo para explicar um
assunto. Claro que ele não vai ser tão aprofundado como um ebook. Mas, por
outro lado, vai ser menos básico do que um artigo de um blog, por exemplo.

2 - Os cursos online

Os cursos online também estão na lista dos infoprodutos que
são mais atraentes – tanto para quem produz como para quem compra. Isso porque
ele pode ser feito, visto, assistido online.

Até mesmo grandes instituições de ensino estão apostando em
cursos online. Estão aí nomes como Senac, Sesi e Senai para provar isso.

Geralmente, eles são mais dinâmicos que os ebooks – só que
também dão mais trabalho porque necessitam de aparatos técnicos especiais, como
a estrutura de câmeras, microfones, espaços, etc.

E existem muitas alternativas para gravar cursos online. Você pode fazer isso de uma só vez ou pode
gravar diariamente, semanalmente, mensalmente, como achar melhor.

O mais importante é conseguir minimizar custos, mas sem perder a qualidade. E hoje existem diversos formatos para os cursos, ok?

Leia Também: Cursos da Hotmart - conheça os 5 segmentos mais procurados

3 - Os vídeos e os
áudios

Antes que você pergunte, vamos explicar: são diferentes dos
cursos online. Os cursos tem o intuito educativo no sentido de seguir uma
programação e ser muito focado em um tema. Tem o curso bíblico, o curso para
gestantes, o curso de inglês, etc.

Por outro lado, os vídeos e os áudios são exatamente como
programas gravados em áudio ou vídeo, obviamente. A ideia é ser uma ferramenta
muito mais dinâmica e leve, mas sem o cronograma de um curso.

Então, os produtores podem falar de tudo, explicar assuntos,
narrar fatos, contar histórias, entrevistar pessoas... E, claro, quanto mais
segmentado isso for, melhores os resultados.

Para que serve essa opção de infoproduto? Pode não parecer,
mas esse formato tem sido cada vez mais usado por pessoas que querem discutir
assuntos, mas não possuem tempo de fazer o curso ou de ler o ebook.

Por isso, torna-se uma alternativa totalmente viável, já que
dá para ouvir os áudios no carro, durante o trajeto para o trabalho ou assistir
o vídeo durante o horário do almoço, no intervalo do serviço, por exemplo.

Ah, e ainda dá para citar o que é chamado de screencasts.
Ele fica no intermediário entre o curso e o vídeo. Isso porque a pessoa que
está falando não aparece, já que a tela apresenta apenas a tela do computador.

Essa opção é muito usada por quem quer ensinar como passar
fases de games, por exemplo! E também para demonstrações de produtos ou
softwares.

4 - Os webinários

O nome é sugestivo: seminário na web. E ele está em um
tópico separado porque não é como um curso online e nem como as gravações em
vídeos ou screencasts. Nada disso, os webinários são um caso a parte e nós
vamos explicar os motivos.

O que são? Eventos digitais que são gravados e tornam-se,
portanto, produtos digitais que podem ser comercializados posterior ao evento.

Por que podem valer a pena para quem compra? Devido à
qualidade do evento, que contou com especialistas e comentários e informações e
dados. Para quem vende é bom porque o evento que já aconteceu ainda poderá
render bons frutos (financeiros).

Nesse caso, o produto vai precisar apenas gravar o evento
todo. Depois, editar e transformar em um produto digital que pode ser vendido.

O lado bom é que ele não tem a preocupação de um curso
online, que tem que seguir padrão e cronograma. Mas, ainda assim, o assunto
pode ser visto como de qualidade, ainda mais se o evento contar com nomes de
pessoas importantes do tema.

5 – Os conteúdos
exclusivos

São mecanismos muito usados por
sites de notícias e blogs. A ideia é oferece matérias especiais e que são de
acesso apenas de quem paga por ele. Hoje em dia, os grandes jornais que ainda
resistem ao tempo apostam nessa forma de rentabilizar o conteúdo.

E, portanto, trata-se de um
produto digital.

Aqui não existe tanto a
dificuldade de produção, já que o material vai ser produzido como todo outro:
com entrevistas, infográficos, imagens e etc. Por outro lado, é preciso pensar
em um conteúdo que realmente valha a pena – ser pago!

A área exclusiva para membros, afinal, vai dar acesso não à uma única notícia, mas várias. Por isso, a criação tem que ser frequente e, ainda que não seja diária, precisa ser, ao menos, periódica.

Como criar o seu
produto digital

A verdade é que não existe um
passo a passo único ou perfeito para você criar o seu infoproduto hoje em dia.
O que existem são maneiras eficientes de você conseguir realizar esse projeto.

Portanto, o que separamos para
essa 2ª parte do texto é justamente alguns tópicos que vão agilizar o processo
e te ajudar a criar conteúdos de qualidade para o meio digital.

Eles podem servir como checklist
durante a sua criação!

O tipo de infoproduto

Você acabou de conhecer uma
variedade de opções de infoprodutos. Agora, deve considerar que o ebook é o
mais usado e que os vídeos são mais crescentes. Além disso, os webinários são,
teoricamente, mais simples de serem feitos.

Mas, nada disso importa. O que
importa mesmo é que você encontre o tipo de produto que mais se adequa ao seu
público. Não adianta você criar áudios para pessoas que preferem ler, entende?

O ideal é considerar, assim sendo, a sua persona, o seu público, o seu cliente. Só assim você vai saber qual é o melhor tipo de produto digital para ele.

Leia Mais: 7 coisas para NÃO fazer em 2019 ao investir em um negócio digital

A produção do conteúdo

Outro ponto que merece a sua
atenção é sobre a produção do que você vai produzir. Acredite: você tem que ser
o melhor que pode. Criar um produto diferenciado é hoje uma das formas mais
simples de vender um infoproduto.

Pense em não produzir mais do
mesmo. Ainda que o seu assunto seja igual ao de muita gente, o seu produto tem
que ser exclusivo. Pense em algo diferente para ser feito. Talvez incluir
entrevistas, falar com gente famosa, pensar em dados...

E nessa busca tem que ter
pesquisas, referências, linguagens, imagens. Você já sabe o tipo de produto que
vai criar e tão importante quanto isso é criar o conteúdo com qualidade!

Durante a produção, ainda podemos
falar sobre a edição, ok?

Após a produção, que é bastante
trabalhosa, você tem que editar e deixar o produto perfeito. A edição sempre
quebra galhos assim como faz toda a diferença para deixar tudo mais
profissional.

É só imaginar um livro ou um
filme... Já pensou se eles não tivessem revisão e edição? É a ideia de lapidar
o bruto e transformá-lo em um diamante. E, para isso, é muito importante que
você conte com profissionais capacitados.

A apresentação e a plataforma do produto

Olha, falamos que não tem um
passo a passo para criar um infoproduto. E realmente não tem. Mas, tente
entender tudo o que foi dito até aqui: tipo de produto, produção do conteúdo, edição
do conteúdo. Agora, vamos à apresentação e a plataforma que será usada.

Quanto à apresentação, o que
queremos dizer é sobre apresentar mesmo. Por exemplo, você vai vender uma
máquina de lavar. A sua apresentação deve ser voltada para o que ela tem de
diferente ou de melhor.

Você pode falar de preços, de
qualidades, de diferenciais. O mesmo vale para o seu infoproduto.

Pense em embalagens, em
características, em chamadas, em anúncios, em imagens, em tudo. Na hora de
vender você vai precisar ter um produto bom, de qualidade, impecável, mas
também bonito e apresentável. Ok?

Já do lado da plataforma, saiba
que o ideal é ter uma hospedagem para o seu produto. É lá que vão existir os
melhores suportes para os compradores, com meios de pagamento, logística,
manuais, etc.

Isso faz parte do pacote e deve
estar incluído no seu checklist!

O lado bom é que atualmente
existem várias empresas que fazem isso, o que permite a pesquisa e comparação
entre as melhores. Foque em estratégias e busque aquela plataforma que vai te
dar o melhor retorno em termos de experiência
para o cliente
, tá?

O seu tema!!

Deixamos esse tópico para o
final, mas ele é um dos mais importantes!

Para ter um produto de qualidade,
um conteúdo relevante e que vale a pena ser comprado, obviamente, você tem que
falar de um tema que é de seu conhecimento e que tenha facilidade durante a
produção, a edição, a revisão, a publicação e a venda, certo?

Antes de começar o seu projeto,
pergunte-se: qual é o seu melhor assunto e sobre o que você tem conhecimento?
Depois disso, aí você começa a escolher o tipo
de produto digital
que vai criar e também segue os outros passos citados
aqui.

Mais uma vez: não existe o melhor
infoproduto do mundo e nem mesmo o conteúdo com mais qualidade. O diferencial
vai ser você unir tudo em um produto só. E para isso, seu conhecimento será
primordial e importantíssimo!

Felipe Martins
Felipe Martins
Sou Felipe Martins, editor do Nomadan.net. Escrevo sobre finanças, marketing digital e estratégias para ganhar dinheiro online, com foco em afiliados, SEO e YouTube. Com formação em Administração de Empresas e mais de 10 anos de experiência em conteúdo digital, sou apaixonado por ajudar os leitores a alcançarem sucesso financeiro e profissional na internet.